MEDITAÇÃO PARA HOJE
Qui, 21 – SEMANA II DO TEMPO COMUM
SANTA INÊS (Memória)
1 Sam 18, 6-9; 19, 1-7 / Sal 55 2-3.9-10ab.10c-13 / Mc 3, 7-12
Compadecei-Vos de mim, Senhor, porque os... os meus inimigos esmagam-me sem tréguas. (Salmo)
Quando me sinto esmagado por alguém, tenho que recorrer a Deus. Às vezes, parece que o sofrimento nos desintegra. É muito importante perceber se precisamos de ajuda médica. Além disso, temos que amar tanto quem nos faz mal como quem nos faz bem.
Só que amar quem nos faz mal pode querer dizer não deixar que essa pessoa nos faça mal. Se deixarmos, estamos a ser cúmplices do pecado do outro
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Seg, 18 – SEMANA II DO TEMPO COMUM
1º DIA DO OITAVÁRIO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS
1 Sam 15, 16-23 / Sal 49, 8-9.16bc.17.21.23 / Mc 2, 18-22
O remendo novo arranca parte do velho. (Evang.)
Se a emenda é forte demais, o «pecador» perde-se. Podemos ter objectivos óptimos, para nós e/ou para os outros, mas se não estão bem adaptados a quem se destinam, fazem mais mal do que bem.
Uma pessoa que esteve muitos dias sem comer, não pode voltar a comer grandes quantidades dum dia para o outro. Demoramos nove meses na barriga da mãe, mais ou menos 18 anos a atingir a maturidade física. O leitor quer fazer uma mudança dum dia para o outro?...
Seg, 18 – SEMANA II DO TEMPO COMUM
1º DIA DO OITAVÁRIO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS
1 Sam 15, 16-23 / Sal 49, 8-9.16bc.17.21.23 / Mc 2, 18-22
O remendo novo arranca parte do velho. (Evang.)
Se a emenda é forte demais, o «pecador» perde-se. Podemos ter objectivos óptimos, para nós e/ou para os outros, mas se não estão bem adaptados a quem se destinam, fazem mais mal do que bem.
Uma pessoa que esteve muitos dias sem comer, não pode voltar a comer grandes quantidades dum dia para o outro. Demoramos nove meses na barriga da mãe, mais ou menos 18 anos a atingir a maturidade física. O leitor quer fazer uma mudança dum dia para o outro?...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Sex, 15 – SEMANA I DO TEMPO COMUM
1 Sam 8, 4-7.10-22a / Sal 88, 16-19; Mc 2, 1-12
Ficaram maravilhados ... nunca vimos coisa assim. (Evang.)
No que vemos, já vimos ou vamos ver pode ter estado, estar ou vir a estar Deus. Mas só o vemos se estivermos atentos. Deus comunica connosco duma maneira muito parecida com um telemóvel; pode tocar estridentemente, tentar comunicar quando o telemóvel está em silêncio ou deixar uma mensagem.
Se não olharmos para o telemóvel, nunca saberemos se Deus nos ligou. O mesmo é dizer, se não analisarmos o nosso dia, é muito provável que nos escape alguma mensagem mandada por Deus
Sex, 15 – SEMANA I DO TEMPO COMUM
1 Sam 8, 4-7.10-22a / Sal 88, 16-19; Mc 2, 1-12
Ficaram maravilhados ... nunca vimos coisa assim. (Evang.)
No que vemos, já vimos ou vamos ver pode ter estado, estar ou vir a estar Deus. Mas só o vemos se estivermos atentos. Deus comunica connosco duma maneira muito parecida com um telemóvel; pode tocar estridentemente, tentar comunicar quando o telemóvel está em silêncio ou deixar uma mensagem.
Se não olharmos para o telemóvel, nunca saberemos se Deus nos ligou. O mesmo é dizer, se não analisarmos o nosso dia, é muito provável que nos escape alguma mensagem mandada por Deus
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Qua, 13 – SEMANA I DO TEMPO COMUM
SANTO HILÁRIO (Memória facultativa)
1 Sam 3, 1-10.19-20 / Sal 39, 2.5.7-8-11 / Mc 2, 18-22
Tomou-a pela mão e levantou-a. (Evang.)
Sente-se tomado pela mão e levantado? Sente-se tomado pela mão? Sabe-se tomado pela mão? (Por Jesus, naturalmente.) Toma Jesus pela mão? Levanta-O? O que é que todas estas perguntas significam na vida do leitor? (Para um, «ser levantado» – ou qualquer das outras perguntas – pode significar «X», para outro pode querer dizer «Y».)
Repare na diferença entre «sente-se» e «sabe-se». As duas são importantes. Reflicta, medite, reze sobre isto
Qua, 13 – SEMANA I DO TEMPO COMUM
SANTO HILÁRIO (Memória facultativa)
1 Sam 3, 1-10.19-20 / Sal 39, 2.5.7-8-11 / Mc 2, 18-22
Tomou-a pela mão e levantou-a. (Evang.)
Sente-se tomado pela mão e levantado? Sente-se tomado pela mão? Sabe-se tomado pela mão? (Por Jesus, naturalmente.) Toma Jesus pela mão? Levanta-O? O que é que todas estas perguntas significam na vida do leitor? (Para um, «ser levantado» – ou qualquer das outras perguntas – pode significar «X», para outro pode querer dizer «Y».)
Repare na diferença entre «sente-se» e «sabe-se». As duas são importantes. Reflicta, medite, reze sobre isto
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Ter, 12 – SEMANA I DO TEMPO COMUM
1 Sam 1, 9-20 / 1 Sam 2, 1. 4-5ab.5cd.6-7.8abcd / Mc 1, 21-28
E expulsando os demónios... (Evang.)
Expulsa-se alguém porque já não se quer, não se suporta a sua presença. Os endemoninhados não queriam a presença do demónio ou espíritos impuros dentro deles mas não eram capazes de os expulsar. Eram, sim, capazes de quererem livrar-se deles.
Esta é a boa condição para nos livrarmos de alguma coisa: querermos. Às vezes, não queremos mas «temos que». Enquanto o «temos» não se transforma em «queremos», não vamos longe. E, muitas vezes, esta transformação é lenta, lenta...
Ter, 12 – SEMANA I DO TEMPO COMUM
1 Sam 1, 9-20 / 1 Sam 2, 1. 4-5ab.5cd.6-7.8abcd / Mc 1, 21-28
E expulsando os demónios... (Evang.)
Expulsa-se alguém porque já não se quer, não se suporta a sua presença. Os endemoninhados não queriam a presença do demónio ou espíritos impuros dentro deles mas não eram capazes de os expulsar. Eram, sim, capazes de quererem livrar-se deles.
Esta é a boa condição para nos livrarmos de alguma coisa: querermos. Às vezes, não queremos mas «temos que». Enquanto o «temos» não se transforma em «queremos», não vamos longe. E, muitas vezes, esta transformação é lenta, lenta...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Qua, 6 – DEPOIS DA EPIFANIA
1 Jo 4, 11-18 / Sal 71, 2.10-11.12-13 / Mc 6, 45-52
Enquanto Ele despedia a multidão. (Evang.)
Porque é que Jesus quis despedir a multidão sozinho, já sem a presença dos discípulos? Só podemos especular. Mas é sempre bom lembrar-nos que é Jesus que tem a última palavra, a última acção, o remate. Isto, em situações de desespero, e não só, pode dar-nos muita paz.
Não digo que as coisas nos passem a correr bem; a paz não é um pôr-do-sol isolado de tudo o que é feio. É como o fundo pacífico dum oceano que à superfície é um tufão.
Qua, 6 – DEPOIS DA EPIFANIA
1 Jo 4, 11-18 / Sal 71, 2.10-11.12-13 / Mc 6, 45-52
Enquanto Ele despedia a multidão. (Evang.)
Porque é que Jesus quis despedir a multidão sozinho, já sem a presença dos discípulos? Só podemos especular. Mas é sempre bom lembrar-nos que é Jesus que tem a última palavra, a última acção, o remate. Isto, em situações de desespero, e não só, pode dar-nos muita paz.
Não digo que as coisas nos passem a correr bem; a paz não é um pôr-do-sol isolado de tudo o que é feio. É como o fundo pacífico dum oceano que à superfície é um tufão.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Seg, 4 – DEPOIS DA EPIFANIA
1 Jo 3, 22 – 4, 6 / Sal 2, 7-8. 10-11 / Mt 4, 12-17.23-25
Traziam-Lhe os que estavam doentes. (Evang.)
E que doentes é que levamos a Deus através de nós? Há doentes verdadeiramente repugnantes; quando falam connosco chegam-se muito a nós, exalam um hálito nauseabundo e lançam-nos uns perdigotos que nos fazem tremer. Outros não querem que os tiremos da rua; mas se calhar querem companhia, alguém que lhes faça companhia. Há doentes que cada vez que os visitamos nos contam a mesma história. E depois?
Nós vamos acarinhar o doente, não vamos para ser acarinhados por ele. (Mas isto exige treino, muito treino... O treinar-se exige querer, muito querer...)
Seg, 4 – DEPOIS DA EPIFANIA
1 Jo 3, 22 – 4, 6 / Sal 2, 7-8. 10-11 / Mt 4, 12-17.23-25
Traziam-Lhe os que estavam doentes. (Evang.)
E que doentes é que levamos a Deus através de nós? Há doentes verdadeiramente repugnantes; quando falam connosco chegam-se muito a nós, exalam um hálito nauseabundo e lançam-nos uns perdigotos que nos fazem tremer. Outros não querem que os tiremos da rua; mas se calhar querem companhia, alguém que lhes faça companhia. Há doentes que cada vez que os visitamos nos contam a mesma história. E depois?
Nós vamos acarinhar o doente, não vamos para ser acarinhados por ele. (Mas isto exige treino, muito treino... O treinar-se exige querer, muito querer...)
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