MEDITAÇÃO PARA HOJE
Ter, 14 – SEMANA XV DO TEMPO COMUM
S. CAMILO DE LELLIS (Memória)
Ex 2, 1-15a / Sal 68 (69), 3.14.30-31.33-34 / Mt 11, 20-24
Se em Sodoma se tivessem realizado os milagres que em ti se realizaram, ela teria per-manecido... (Evang.)
Ter a consciência formada com o anúncio do amor do Pai não é lá grande coisa para quem preferiria viver com uma venda nos olhos, leia-se, na consciência. O grilo falante atormenta-nos porque não vimos mas acreditámos e por isso sabemos o que é bem e o que é mal.
«Pior», sentimos o amor do Pai, Jesus enviou-nos o Espírito Santo que reza em nós com gemidos inefáveis, ilumina-nos e dá-nos força. Numa palavra, não temos desculpa. Talvez fosse melhor não sermos tão amados. Que é que o leitor preferia
terça-feira, 14 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Ter, 30 – SEMANA XIII DO TEMPO COMUM
Gn 19, 15-29 / Sal 25 (26), 2-3.9-10.11-12 / Mt 8, 23-27
[Jesus] falou imperiosamente ao vento e ao mar. (Evang.)
Teria Jesus que falar «imperiosamente» para ser obedecido? Não bastaria ser quem era? Mas, no texto, «imperiosamente» contrasta bem com a fúria do mar e do vento. Se estivesse escrito «... e Jesus disse ao mar e ao vento que se acalmassem», o texto perderia força.
Tal como no texto, na nossa vida também há uma diferença grande entre ouvirmos Jesus dizer-nos e ordenar-nos imperiosamente. Como é que o leitor ouve Cristo? E como é que põe em prática o que ouve? (Com displicência ou imperiosamente?)
Ter, 30 – SEMANA XIII DO TEMPO COMUM
Gn 19, 15-29 / Sal 25 (26), 2-3.9-10.11-12 / Mt 8, 23-27
[Jesus] falou imperiosamente ao vento e ao mar. (Evang.)
Teria Jesus que falar «imperiosamente» para ser obedecido? Não bastaria ser quem era? Mas, no texto, «imperiosamente» contrasta bem com a fúria do mar e do vento. Se estivesse escrito «... e Jesus disse ao mar e ao vento que se acalmassem», o texto perderia força.
Tal como no texto, na nossa vida também há uma diferença grande entre ouvirmos Jesus dizer-nos e ordenar-nos imperiosamente. Como é que o leitor ouve Cristo? E como é que põe em prática o que ouve? (Com displicência ou imperiosamente?)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Seg, 8 – SEMANA X DO TEMPO COMUM2 Cor 1, 1-7 / Sal 33 (34), 2-3.4-5.6-7.8-9 / Mt 5, 1-12 Bem-aventurados os que sofrem... quando por minha causa... (Evang.) Há o perigo de se interpretar esta passagem como se o sofrimento levasse para o Céu, pois Jesus diz-nos que os que sofrem são bem-aventurados. Como em tudo, não podemos tirar as coisas do seu contexto.
O sofrimento a que Jesus se refere é sempre proveniente da luta pela instauração do reino de Deus. Jesus diz-nos que é esse o sofrimento que tem sentido, não nos incita a sofrermos por sofrer.
Seg, 8 – SEMANA X DO TEMPO COMUM2 Cor 1, 1-7 / Sal 33 (34), 2-3.4-5.6-7.8-9 / Mt 5, 1-12 Bem-aventurados os que sofrem... quando por minha causa... (Evang.) Há o perigo de se interpretar esta passagem como se o sofrimento levasse para o Céu, pois Jesus diz-nos que os que sofrem são bem-aventurados. Como em tudo, não podemos tirar as coisas do seu contexto.
O sofrimento a que Jesus se refere é sempre proveniente da luta pela instauração do reino de Deus. Jesus diz-nos que é esse o sofrimento que tem sentido, não nos incita a sofrermos por sofrer.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Sex, 5 – SEMANA IX DO TEMPO COMUM / S. BONIFÁCIO (Memória) 1ª SEXTA-FEIRATob 11, 5-17 / Sal 145 (146), 1-2.7.8.9.10 / Mc 12, 35-37 O Senhor ilumina os olhos dos cegos. (Salmo) A luz só ilumina o que é mais escuro que ela. O Senhor ilumina os olhos dos cegos, o que quer dizer que é preciso uma certa cegueira para o Senhor nos iluminar.
Cegueira todos nós temos. Para nos deixarmos iluminar, precisamos de assumir, reconhecer a nossa cegueira e de a querer superar, deixando-nos guiar pela luz.
Deus é como uma bengala, vai-nos guiando passo a passo. Compete-nos confiarmos nela e não a deixarmos cair
Sex, 5 – SEMANA IX DO TEMPO COMUM / S. BONIFÁCIO (Memória) 1ª SEXTA-FEIRATob 11, 5-17 / Sal 145 (146), 1-2.7.8.9.10 / Mc 12, 35-37 O Senhor ilumina os olhos dos cegos. (Salmo) A luz só ilumina o que é mais escuro que ela. O Senhor ilumina os olhos dos cegos, o que quer dizer que é preciso uma certa cegueira para o Senhor nos iluminar.
Cegueira todos nós temos. Para nos deixarmos iluminar, precisamos de assumir, reconhecer a nossa cegueira e de a querer superar, deixando-nos guiar pela luz.
Deus é como uma bengala, vai-nos guiando passo a passo. Compete-nos confiarmos nela e não a deixarmos cair
quarta-feira, 13 de maio de 2009
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Qua, 13 – NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (Festa)Ap 21, 1-5a / Judit 13, 18bcde.19-20a.20c / Jo 19, 25-27 Eis a tua mãe. (Evang.) O recinto de Fátima é um espaço maternal. É um espaço de conversão do coração. Um espaço que atrai vezes seguidas com um apelo sem fim. Um espaço de esperança, de chegada de uma viagem interior e de começo de uma nova.
O recinto junta todas as classes sociais, continentes, institutos religiosos, que assim que abandonam o recinto se separam para as camionetas onde pernoitam, ou os hotéis, as casas dos Institutos, as lojas populares e as livrarias para intelectuais.
O recinto é um bocado do Céu.
Qua, 13 – NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (Festa)Ap 21, 1-5a / Judit 13, 18bcde.19-20a.20c / Jo 19, 25-27 Eis a tua mãe. (Evang.) O recinto de Fátima é um espaço maternal. É um espaço de conversão do coração. Um espaço que atrai vezes seguidas com um apelo sem fim. Um espaço de esperança, de chegada de uma viagem interior e de começo de uma nova.
O recinto junta todas as classes sociais, continentes, institutos religiosos, que assim que abandonam o recinto se separam para as camionetas onde pernoitam, ou os hotéis, as casas dos Institutos, as lojas populares e as livrarias para intelectuais.
O recinto é um bocado do Céu.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Sex, 8 – SEMANA IV DO TEMPO PASCAL Act 13, 26-33 / Sal 2, 6-7.8-9.10-11 / Jo 14, 1-6 Não se perturbe o vosso coração. (Evang.) Jesus é o nosso caminho; um caminho para nós percorrermos mas também um caminho que nos leva. Com as devidas distâncias, uma passadeira rolante em cima da qual andamos mas ela própria anda também, impedindo-nos, por isso, de dizermos que progredimos só pelo nosso esforço.
E o que nos transporta é a eterna misericórdia de Deus que quando caímos nos levanta logo que deixamos que nos encontre. Para Deus nos encontrar só precisamos de deixar de estar curvados sobre o nosso sofrimento, sem uma janelinha para fora. E mesmo assim a ajuda de Deus terá de ser coadjuvada com a ajuda e compreensão de quem está à nossa volta
Sex, 8 – SEMANA IV DO TEMPO PASCAL Act 13, 26-33 / Sal 2, 6-7.8-9.10-11 / Jo 14, 1-6 Não se perturbe o vosso coração. (Evang.) Jesus é o nosso caminho; um caminho para nós percorrermos mas também um caminho que nos leva. Com as devidas distâncias, uma passadeira rolante em cima da qual andamos mas ela própria anda também, impedindo-nos, por isso, de dizermos que progredimos só pelo nosso esforço.
E o que nos transporta é a eterna misericórdia de Deus que quando caímos nos levanta logo que deixamos que nos encontre. Para Deus nos encontrar só precisamos de deixar de estar curvados sobre o nosso sofrimento, sem uma janelinha para fora. E mesmo assim a ajuda de Deus terá de ser coadjuvada com a ajuda e compreensão de quem está à nossa volta
quarta-feira, 6 de maio de 2009
MEDITAÇÃO PARA HOJE
Qua, 6 – SEMANA IV DO TEMPO PASCAL Act 12, 24 – 13, 5a / Sal 66 (67), 2-3.6.8 / Jo 12, 44-50 Quem acredita em Mim não é em Mim que acredita mas n’Aquele que Me enviou. (Evang.) Dizermos as coisas em nome de outro pode ser um acto de coragem e um sacudir a água do capote. O seguirmos uma ordem nunca pode ser uma coisa automática. Mesmo que não concordemos com ela, se a seguirmos temos que a fazer nossa. Nunca é legítimo dizer: «mandaram-me».
Podemos esclarecer que fomos mandados mas cumprir a ordem implica termos aceite com o coração o que vamos fazer. (O que não é o mesmo que acharmos que essa ordem é agradável.) Cumprir a ordem sem a termos aceite é infantilidade e/ou hipocrisia. Além disso, não nos desresponsabiliza
Qua, 6 – SEMANA IV DO TEMPO PASCAL Act 12, 24 – 13, 5a / Sal 66 (67), 2-3.6.8 / Jo 12, 44-50 Quem acredita em Mim não é em Mim que acredita mas n’Aquele que Me enviou. (Evang.) Dizermos as coisas em nome de outro pode ser um acto de coragem e um sacudir a água do capote. O seguirmos uma ordem nunca pode ser uma coisa automática. Mesmo que não concordemos com ela, se a seguirmos temos que a fazer nossa. Nunca é legítimo dizer: «mandaram-me».
Podemos esclarecer que fomos mandados mas cumprir a ordem implica termos aceite com o coração o que vamos fazer. (O que não é o mesmo que acharmos que essa ordem é agradável.) Cumprir a ordem sem a termos aceite é infantilidade e/ou hipocrisia. Além disso, não nos desresponsabiliza
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